quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

E um erro assim tão vulgar...

Enfim, hoje fiz o que eu já deveria ter feito a muito tempo.
Tirei do meu twitter alguém que eu não deveria nem ter adicionado nunca. O ponto alto do problema foi quando fiz uma piadinha e o lindo afirmou que me tiraria do twitter porque apenas me seguia por educação.
Pois bem, lhe fiz um grande favor. Para que saia como o coitado, a pobre vitima, e eu a louca, eu te bloquiei. Eu parei de te seguir.
Eu cometi um erro, um grande e gigantesco erro. Vi em você o que eu havia perdido a muito tempo atrás. Só que não é o que eu achei que era. Nunca será. Pelo simples fato que nada nem ninguém pode substituir o que se foi.
Eu me vi apaixonada, sonhadora... burra. Vi algo que nunca existiu em seus olhos, e sonhei com uma boca que só sabe abrir para ofender os outros.
Acha mesmo que é melhor do que os outros? Acha mesmo que é assim tão perfeito? Deixe-me contar, meu caro, não é melhor que ninguém. Você acaba com a moral das pessoas para que elas não consigam perceber o tremendo babaca que você é. Tenho pena. Nem ao menos sabe o que é, não sabe do que gosta, não sabe ter amigos.
Isso sem falar nos seus queridos amiguinhos, com quem se junta para falar dos outros. Realmente se acha superior a quem você fala mal? As pessoas que você manda asks anonimos sendo um idiota e achando que as pessoas não vão descobrir que é você?
Pois bem, sinceramente, espero que você se dane. Eu não preciso ter seguidores por educação. Se eu quisesse numero, meu bem, fazia mil perfis e me seguia, que é menos ridiculo que precisar de alguém como você.
Eu morrerei com a vergonha de ter dito que gostava de você. Que era apaixonada, aliás. Com vergonha de ter gasto meu talento lhe dizendo palavras lindas, enquanto o que você realmente merecia era ser ignorado por qualquer pessoa com o minimo de sanidade mental.
Pode dizer que estas linhas foram escritas por alguém recalcado (você aliás adora essa palavra, não?), pode dizer que foi apenas porque me dispensou. Não importa. No fundo, você sabe o quão mediocre é.
Eu fui sincera como não se pode ser. Mas não mais sincera do que nessas linhas amargas.

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